quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Reflexão para o natal

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A garota mal assombrada

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Reflete...


Lembre-se de onde veio...

Saiba para onde vai;

Na dúvida, pergunte-se:-

-O que Jesus faria?

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

E o que o ser humano mais aspira é tornar-se ser humano



Hoje começa para mim, um ano novo,  engraçada essa sensação que nos causa as datas, os marcos, são pontos e virgulas que nós refazem as forças.
São inúmeros os erros cometidos nesse frenesi de tentar acertar, mas cada erro nos traz uma lição valiosa, cada tombo traz consigo o levantar,  cada despedida traz a saudade que nos motiva a continuar em nome do reencontro.
Tantas coisas mudam e acontecem em um ano, que chega ser  assustador, quantas pessoas chegaram, e quantas partiram.
Já não sou mais mesma de ontem, mesmo o ontem estando a mesma distancia do amanhã; Pois cada um que chegou, me entregou um pedaço de si mesmo, e cada um que partiu levou um pedaço de mim.
Sou as músicas, que ouvi, os livros que li, as viagens que fiz, os segredos que guardei e os que os outros guardaram de mim, sou a lagrima que não caiu, sou o sorriso, sou a consequência;
E assim como eu, o mundo encontra-se em constate metamorfose, e mesmo aqueles que chegaram, e escolheram fazer ninho ao invés de voar, ainda esses já não são mais os mesmo, e a cada mudança me dão uma parte de si, sou o passado de todos que ficaram, de todos que partiram, sou presente de todos que ficaram. Como uma colcha de retalhos, e cada pedaço de mim tem uma historia para contar.
Sim estou em pedaços, pois já não sou somente eu a viver em mim, sou a somatória das minhas historias, das minhas escolhas,  sou eu e minhas circunstancias, sou eu e oque fiz da dor, sou eu e o que fiz do amor, e dos amores, somos nós  assim qual como retalhos, a meta para esse “ano novo” é ter coragem para rasgar todos os pedaços  que me fazem mal, e coragem para no caminhar costurando bons retalhos em mim, mas sobretudo e peço a Deus que me ajude, a meta é ter sabedoria para distinguir a diferença entre os que devem ser rasgados e os que devem ser costurados, reside ai a chave da colcha que serei daqui um ano.
Aprendi muito,
Já sei que não devo ter medo, pois costurar, irá doer tanto quanto rasgar;
Já sei que tenho várias respostas hoje sem falsa modéstia; mas com humildade sei também que amanhã a vida virá e mudará todas as perguntas;
Já sei que nada além da minha alma, é eterno, e que tudo que representa para mim hoje o infinito, vai acabar, vai mudar de lugar, vai deixar de ser, vai partir;
Já sei que a inércia é uma ilusão dolorida, ela não existe, a vida movimenta-se e nos move, mesmo quando cada fibra do nosso ser quer ficar parada, onde está;
Por isso aproveito o momento, não sei, e não tenho controle de quantos momentos, durará esse momento que tanto afago e quero eternizar, por isso como disse o poeta que seja infinito enquanto dure;
Já sei que é um erro dizer que não deu certo, não importa o que seja, se o casamento acabou, se o emprego mudou, se amizade não faz mais sentido, deu certo sim enquanto me fez bem , e agora faz parte do que sou;
Já sei que o tempo, não tem a menor a importância, a intensidade é muito mais importante, há pedaços na minha colcha que foram costurados em um dia; e outros que levaram anos ;
Já sei que esse mesmo tempo, não cura absolutamente nada, porcaria nenhuma!  A cura sou eu, e eu também sou a doença que consome e corrói, é a minha postura, minhas atitudes;
Já sei que não adianta procurar amor materno pelo mundo, o amor pleno que perdoa, que acolhe, que alimenta, que protege, se tivemos sejamos gratos, se ainda tem, puxa se ainda tem é uma pessoa de sorte, mas se não teve aceite, siga em frente, não procure o divino no mundano é perda de tempo;
Já sei que não reside pecado no erro, o erro mora no lugar onde decidimos o que fazer com ele; não é um descaminho, é parte da historia;
Já sei que a culpa não é boa conselheira, sejamos francos ninguém é só anjo, ninguém é só demônio,  somos tudo, e cada um tem lado de nós, não por deliberação, mas por condições foi o melhor sim, não o nosso melhor, mas o que tínhamos naquele momento para dar;
Já sei que não adianta tentar copiar outro, viver em mim com consciência e respeito aos meus defeitos e das minhas qualidades é único jeito que tenho de existir, do contrario não seria eu ;
Já sei que os opostos podem até se atrair, mas não ficam juntos;
Já sei que palavras são as laminas do mundo subjetivo e estraçalham tanto quanto;
Já sei da importância dos silêncios, e que é inútil preencher com sons esses silêncios e com pessoas as ausências, somente assim posso me ver, me ouvir, é necessário, e não é solidão, é a presença de mim mesma em mim;
Já sei que não importa o quanto eu gaste no salão, o dia que estarei mais bela é aquele em que estou mais feliz, a beleza é energia que irradia além da matéria; de dentro pra fora;
Já sei que a tristeza duradoura, causa doenças no corpo, para as quais não existem remédio, ao menos não aqui fora, vieram de dentro e é lá e somente lá que podem ser curadas;
Já sei que algumas pessoas morrem um pouco a cada cotidiano outras morrem nas exceções, a mim cabe saber que tipo sou;
Na real, sem meias palavras, eu sei que esse ano,  trará dor, mudanças, como são todos anos, sei que vou ferir muita gente, e que alguns vão me magoar, mas sei que também que viram sucessos, e vitorias e haverá muitos momentos felizes, sei que vou chegar, e que irei embora, sei que me odiaram, que lembram de mim com saudade em algum lugar, que vão me amar, sei que falta muito entre o como você me vê,  e o que sou;
 Mas o que importa é que entre o costurar e o rasgar, serei grata infinitamente, pois tudo isso será o que serei, e no já não ser mais o que agora sou, conquiste a verdadeira vitória, com fé e esperança,  costurando e resgando, com atenção parando em pequenas frações de segundos apenas suficientes, para descansar sim, mas somente será permitindo quando souber a diferença, entre o parar por cansaço, e o parar por querer desistir.
Posso desistir de tudo, a qualquer momento, exceto de mim mesma , pois ai reside toda indecência é imoral desistir de mim.
Não tenho certeza de nada, e isso é bom a sabedoria começa com dúvida, e o não saber me permite voltar a trás, mudar de ideia, sou eu assim... um ser humano em construção!
Porque tudo que queremos nos humanos, é ser humano, e isso custa caro, leva tempo, por isso a cada 1 ano, recebemos 365 páginas em branco para escrever nossa historia.

“O homem que começa, não é o mesmo termina; Pois o caminho nos transforma; E no fim é a viagem que faz o viajante.”

Lika Christina 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Tragedia de Santa Maria

MORTES COLETIVAS SEGUNDO O ESPIRITISMO

☆ ¸.•´¯`•.¸☆..•.✿.☆

Essas ocorrências, chamadas catastróficas, que ocorrem em grupos de pessoas, em família inteira, em toda uma cidade ou até em uma nação, não são determinismo de Deus, por ter infringido Suas Leis, o que tornaria assim, em fatalismo. Não. Na realidade são determinismos assumidos na espiritualidade, pelos próprios Espíritos, antes de reencarnar, com o propósito de resgatar velhos débitos e conquistar uma maior ascensão espiritual. O Espírito André Luiz, no livro Ação e Reação, afirma esses fatos: “nós mesmos é que criamos o carma e este gera o determinismo”.

São ações praticadas no pretérito longínquo, muito graves, e por várias encarnações vamos adiando a expiação necessária e imprescindível para retirada dessa carga do Espírito, com o fim de galgar vôos mais altos. Assim, chega o momento para muitos, por não haver mais condições de protelar tal decisão, e terão que colocar a termo a etapa final da redenção pretendida perante as Leis Divinas. Dessa complexidade de fatos é que geram as chamadas “mortes coletivas”.

Os Espíritos Superiores possuem todo conhecimento prévio desses fatos supervenientes, tendo em vista as próprias determinações assumidas pelos Espíritos emaranhados na teia de suas construções infelizes, aí, providenciam equipes de socorros altamente treinadas para a assistência a esses Espíritos que darão entrada no plano espiritual. Mesmo que o desencarne coletivo ocorra identicamente para todos, a situação dos traumas e do despertar dependerá, individualmente, da evolução de cada um. Estes fatos, mais uma vez André Luiz confirma: “se os desastres são os mesmos para todos, a “morte” é diferente para cada um”.






 
 
 
 
 
 



 
 
 
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Cristina minha melhor amiga:-

luto

Amiga-irmã,hoje a tua dor reflete em mim com toda força! como é dificil esse momento, queria eu estar ao teu lado consolando, assim como você esteve ao meu tantas vezes, queria ter por um segundo o poder de traze-lo de volta ao teus braços de mãe, mas somos pequenos grãos de areia no mundo, insignificantes criaturas e nada posso fazer que ao menos amenize sua dor, mal posso colocar-me em seu lugar… a separação dolorosa tem seu tempo próprio para cicatrizar tal como a ferida. Como pra quase tudo o tempo é teu balsamo, teu remedio.

O que te ofereço hoje é tão somente meu amor, meu ombro pra quando quiser chorar, meus pesames.

Oro por vocês, pedindo a Deus que ampare teu filho amado, e que te de forças pra superar tudo isso.

Eu conheço bem tuas crenças, e você as minhas, mas creia-me somente hoje: Os laços de amor são eternos! insoluveis.

Te amo! Conte comigo agora e sempre…

A MORTE NÃO EXISTE
Não existe a morte. Os astros se vão
Para surgirem em outras terras,
Sempre brilhando no diadema celeste,
Espalham seu fulgor incessantemente.

Não existe a morte. As folhas do bosque
Convertem em vida o ar invisível;
As rochas se desintegram para alimentar
O faminto musgo que nelas se agarrou.

Não existe a morte. O chão que pisamos
Converter-se-á pelas chuvas estivais,
Em grãos dourados; em doces frutos;
Em flores que luzem suas policromias.

Não existe a morte. As folhas caem;
As flores murcham e desaparecem;
Esperam apenas durante as horas hibernais
O retorno do suave alento da Primavera.

Não existe a morte. Embora lamentemos
Quando o corpo denso de seres queridos
Que aprendemos a amar, sejam levados
De nossos amorosos braços, agora vazios.
Embora com o coração despedaçado,
Cobertos com as negras vestes de luto,
Levemos seus restos à obscura morada
E digamos que eles morreram.

Eles não morreram. Apenas partiram,
Rompendo a névoa que nos cega aqui;
Para nova vida, mais ampla, mais livre,
De esferas serenas, de brilhante Luz.
Apenas despiram suas vestes de barro,
Para revestirem-se com trajes cintilantes.
Não foram para longe, não nos deixaram;
Não se perderam; nem mesmo partiram.

Embora invisíveis aos nossos olhos;
Continuam nos amando. Estão conosco,
Nunca esquecem os seres queridos,
Que pelo mundo, atrás deixaram.
Por vezes sentimos na fronte febril,
Suave carícia ou balsâmico alento;
É que nosso espírito ainda os vê,
E nosso coração se conforta e tranqüiliza.

Sempre juntos a nós, embora invisíveis,
Continuam esses queridos espíritos imortais;
Pois, em todo o infinito Universo de Deus,
Só existe Vida - NÃO EXISTE A MORTE.

sábado, 20 de agosto de 2011

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.

Toda vez que nos atravessar a mente aquela vontade de trazer para dentro de nossas casas, nossas famílias, nossas vidas, mais um membro que dependerá até o último minuto de nossos cuidados e carinhos, lembra-te desta frase: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.


Alguns psicólogos atribuem ao bicho doméstico várias funções como gratificação do ego, substituição dos filhos, amigos e até de um parceiro sexual. O amor incondicional, a lealdade, a compreensão sem crítica e estar presente em todas as situações são elementos presentes nos relacionamentos entre o homem e o animal de estimação. Isso faz com que essa relação seja, muitas vezes, considerada superior a de um ser humano com outro.


É fato que muitos se sentem melhor em ter ao lado um bicho de estimação. Eles costumam ser lindos, alegres, companheiros, e trazem consigo o ar da mudança, um sopro de vida nova, e muita transformação em nossas casas, nossos hábitos e principalmente nossos sentimentos. Quem nunca se apaixonou por um lindo par de olhos negros, com um focinho gelado no meio e muito pelo macio ao redor e um rabo abanando, as patinhas em movimento pedindo atenção?


Quem, quando criança, nunca disse: “mas mãe, por que eu não posso ficar com ele?”.


As pessoas deviam ser avaliadas sobre a sua capacidade para ter animais de estimação. Somos levados a crer que nem todas as pessoas estão aptas. Se eu quiser adotar uma criança, tenho de provar que sou capaz de a sustentar, educar e de lhe dar um ambiente estável. Na nossa sociedade, quando queremos um animal, podemos tê-lo de qualquer maneira. Devia haver um processo claro, pelo qual todos deveríamos passar antes de termos um animal.

Talvez o juramento sobre o banho semanal e alimentação de um mascote seja o primeiro compromisso formal assumido na vida de uma pessoa. É, a nossa relação com esse animaizinhos que se confunde com nossa infância, nossas mais ternas lembranças. E quando passamos a fazer caretas e a mudar nosso tom de voz e ainda falar errado: biito!! -para tentar agradar a esse lindo focinho
A falta de informação e o impulso do ser humano - TUDO QUERO, TUDO POSSO, que o faz adotar um filhote, sem calcular que em questão de meses ele poderá ter multiplicado sua fome, peso e espaço físico exponencialmente, e sem medir as conseqüências que essa transformação irá gerar na rotina e orçamento de uma família.
É dessas inconseqüências que advém o lastimável número de animais nas ruas, atropelados nas estradas, exterminados nas carrocinhas ou CCZ-Centros de Controle de Zoonozes municipais. Mas mesmo assim, algumas pessoas nem cogitam em adotar cães e gatos, por algum motivo especial que só cabe a elas mesmas responderem.

Talvez antes do momento e transmissão dos animais aos seus donos, estes últimos devessem receber instruções básicas, mas que aparentemente são esquecidas naquele momento mágico em que o olhar humano recai sobre o animal.

Angústia – infelizmente - não é um privilégio nosso.
Sabedores disso, entretanto, ainda existem pessoas que insistem em agir como se seus bichos fossem “coisas”.

Tratados como bens de consumo imediato a que se tornaram. E assim que acabam em lares despreparados, nas mãos de proprietários despreparados, muito mais preocupados em ostentar a nova “aquisição” do que em lhes garantir o bem estar e a dignidade que lhes cabe. (Quem nunca viu um poodle tingido de cor-de-rosa que atire a primeira pedra!).

Um animal doente precisa dos mesmos cuidados médicos que nós, “seres superiores”. E por dor, que ela seja entendida em todas as suas formas: a dor física (advinda de acidentes, maus tratos, doenças pré-existentes ou não, e ainda aquelas causadas pela ausência de cuidados essenciais) e também a dor emocional (a solidão, abandono, medo e depressão). Pobres mascotes, então, se por infortúnio adoecerem! Pois em muitos lares, uma consulta com o veterinário não é uma opção. Entra aqui o dilema financeiro! Pois alguns pressupõem que, “animais doentes devem ser substituídos”. É muito mais fácil, rápido e barato do que permanecer ao lado de um animal doente, como se nenhum ser humano ficasse doente e talvez um dia tivesse que ser cuidado por outro até a morte. Alguns até tentam se desfazer de seus animais nessa hora que ele mais necessita, transferindo suas responsabilidades e ocultando dos prováveis candidatos, quaisquer problemas de saúde que eles tenham.

A teoria espírita que diz que a cada nova reencarnação nós humanos voltamos mais evoluídos, então eu acho que lá no final dessa escala, quase perfeitos, “Nós voltamos como animais”:
-incapazes e despreparados para o ódio, em qualquer de suas formas de manifestação.
-incapazes de abandonar quaisquer crias mesmo que seja de outra espécie, tal como cadelas que dão de mamar a gatinhos e vice-versa.
-incapazes de trair ou de abandonar os membros de nossa família. (Tudo bem não é verdade essa parte, não funciona assim! mas que faz sentido faz!)

     

Mas há também trechos da Bíblia;
-“O justo importa-se com a alma do seu animal doméstico.” (Provérbios 12:10)
-Ao se desincumbir de sua responsabilidade, o homem com freqüência tem transformado animais domésticos em bichos de estimação e até mesmo domado animais selvagens com a mesma finalidade. — Gênesis 1:24.
Quando foi que nos tornamos tão cruéis? Ou, em melhor análise, quando nos foi dada à preferência sobre o bem estar, a exclusividade de direitos, e, mais importante, o divino poder de escolher o momento em que a vida pode ser subtraída? Não é este o momento para se falar de dogmas, religião, Deus. Nada disso pode ser argumento para nossos erros ou acertos. A liberdade de fazer o bem advém da nossa iniciativa, e seus resultados são nossa intransferível recompensa.
Os animais não podem pagar com a vida o preço da incoerência humana. No passado, eles foram trazidos para nossa sociedade e hoje não queremos assumir as conseqüências deste ato.

Mas se a entrevista para adquirir um bicho fosse feita pelo próprio animal, com certeza as perguntas seriam estas:
• Toda a sua família está de acordo?
• Você tem espaço apropriado para mim na sua casa?
• Terei um local escuro e sossegado para dormir?
• Recolherá todas as minhas fezes, e as olhará com atenção?
• Você comprará sempre a comida adequada para mim?
• Você está disposto a me educar, mesmo que eu não aprenda na 1ª vez?
• Quando eu crescer, você cuidará de mim como no primeiro dia?
• Você conseguirá me dar a devida atenção?
• O seu estilo de vida combina comigo ?
• Você me dará amor, carinho e atenção todos os dias, inclusive nos feriados prolongados?
• Me levará ao veterinário sempre que for necessário?
• E, sobretudo, lembre-se que eu continuarei alegremente xeretando tudo o que eu puder alcançar - Você terá a capacidade para me amar, me compreender e se comprometer?

Não compreendo como conseguimos abandonar ou pior como tantos ainda que maltratam os animais. Mas vindo de uma espécie animal que maltrata e mata os seus próprios filhos e semelhantes, não admira que o façam com seres ainda mais frágeis. Isto não é a lei natural da sobrevivência. È a lei humana do quero, posso e mando.

Os animais são como nós, mas ao mesmo tempo diferentes, porque são melhores. Muitas vezes descobrimos que os animais são “mais humanos” do que muitos seres ditos humanos, refletindo melhores impulsos de humanidade – não mentem, não enganam, demonstram lealdade, gratidão, um amor incondicional e, são bem poucos os humanos que conseguem exibir esses sentimentos.

Essa minha homenagem modesta a todos animais, em especial aqueles muitos que fizeram parte da minha vida

-Aqueles que ainda fazem;

-Aqueles que morreram;

-Aqueles que ficaram no lar materno;

-Aqueles que foram alegrar outro lar;

-Aqueles que partiram por qualquer motivo e aqueles que deixei partir;

 

Enfim… aqueles que amei !!!!! e que ainda vivem em mim!

Aonde estiverem recebam minha gratidão, por todo bem que proporcionaram e me perdoe por qualquer mal que possa ter causado. E que as falagens espirituais proteroras dos animais estejam com vocês e com todos seres indefesos a mercê do sadismo humano. Hoje e sempre!

LUNAChocolateGIOVANA ANIVERSARIO E EULILI INDIANA MAIOEU E GIOVANA NA PISCINAPRINCESA MAIO

NEGANICOLAU NO BERCINHO

025

OBRIGADA!!!!!!!!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Tentando não pensar em nada

Comecei a pensar porque as pessoas se incomodam tanto comigo.

Porque se chocam com o que digo? porque sinceridade na minha boca, sempre tem tom de crueldade?

Por mais cuidadosa que eu seja, por mais que me esforce, na tentativa de agradar rendendo-me a ditadura do ser “bonzinho” nunca dá certo, e acredite eu lamento porque amo as pessoas… meus semelhantes que em nada se assemelham comigo.

Fico chateada porque acho cruel sim estabelerem padroes tão altos e dificeis de ser alcançados, gerando sempre frustração.

Posso parecer um “demonio” as vezes eu sei ! o resto do mundo também é assim nem todo dia é luz, também chove dentro da gente. de qualquer gente que seja realmente gente. Mas o destino final e distante será alcançado um dia: A angelitude!

Eu estou longe dela  o resto do mundo também!

A diferença entre nós é a consciencia de saber o que deve, o que falta ser mudado, ainda que lentamente.

Porque ficam tentando me decifrar… tenho vontade de dizer:- Hein!! não sou a esfinge, não precisar dizer nada tentar me entender eu não vou te devorar.

Nem eu mesma sei ainda responder meu enigma:-

Ainda não sei se sou eu que mexo o chocalho ou se é ele que mexe comigo…

Então relaxa!!!!!!

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Doutrina Espírita

DOUTRINA ESPÍRITA ou ESPIRITISMO


O que é


É o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese.

“O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.” Allan Kardec (O que é o Espiritismo – Preâmbulo)


“O Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança.” Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo – cap. VI – 4)


O que revela


Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida.
Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da nossa existência e qual a razão da dor e do sofrimento.

Sua abrangência


Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das atividades e do comportamento humanos, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.
Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social.


Seus ensinos fundamentais


Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.

O Universo é criação de Deus. Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais.

Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados, que são os homens, existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados.

No Universo há outros mundos habitados, com seres de diferentes graus de evolução: iguais, mais evoluídos e menos evoluídos que os homens.

Todas as leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o seu autor. Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais.

O homem é um Espírito encarnado em um corpo material. O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espírito ao corpo material.

Os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a tudo.

Os Espíritos são criados simples e ignorantes. Evoluem, intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até a perfeição, onde gozam de inalterável felicidade.
Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.

Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento.

Os Espíritos evoluem sempre. Em suas múltiplas existências corpóreas podem estacionar, mas nunca regridem. A rapidez do seu progresso intelectual e moral depende dos esforços que façam para chegar à perfeição.

Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima; Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina; Espíritos Imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.

As relações dos Espíritos com os homens são constantes e sempre existiram. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, sustentam-nos nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os imperfeitos nos induzem ao erro.

Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade. E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus.

A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela Humanidade.

O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas conseqüências de suas ações.

A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à Lei de Deus.

A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural e é o resultado de um sentimento inato no homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador.

A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. é este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.


PRÁTICA ESPÍRITA



Toda a prática espírita é gratuita, como orienta o princípio moral do Evangelho: “Dai de graça o que de graça recebestes”.

A prática espírita é realizada com simplicidade, sem nenhum culto exterior, dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade.

O Espiritismo não tem sacerdotes e não adota e nem usa em suas reuniões e em suas práticas: altares, imagens, andores, velas, procissões, sacramentos, concessões de indulgência, paramentos, bebidas alcoólicas ou alucinógenas, incenso, fumo, talismãs, amuletos, horóscopos, cartomancia, pirâmides, cristais ou quaisquer outros objetos, rituais ou formas de culto exterior.

O Espiritismo não impõe os seus princípios. Convida os interessados em conhecê-lo a submeterem os seus ensinos ao crivo da razão, antes de aceitá-los.

A mediunidade, que permite a comunicação dos Espíritos com os homens, é uma faculdade que muitas pessoas trazem consigo ao nascer, independentemente da religião ou da diretriz doutrinária de vida que adotem.

Prática mediúnica espírita só é aquela que é exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral cristã.

O Espiritismo respeita todas as religiões e doutrinas, valoriza todos os esforços para a prática do bem e trabalha pela confraternização e pela paz entre todos os povos e entre todos os homens, independentemente de sua raça, cor, nacionalidade, crença, nível cultural ou social.

Reconhece, ainda, que
“o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza”.

"A força do Espiritismo não está em suas
manifestações materiais, mas em sua filosofia. Nele, não há segredos para
ninguém; fala uma linguagem clara, sem ambigüidades; nada há nele de místico,
nada de alegorias suscetíveis de falsas interpretações. Ele quer ser conhecido
por todos porque chegaram os tempos de se fazer que os homens conheçam a
verdade."
— Allan Kardec.

Para começar a falar desse assunto, vamos esclarecer que o termo Espiritismo foi usado pela primeira vez por Allan Kardec na obra O Livro dos Espíritos. Antes disso, usavam-se termos como Espiritualismo e Neo-Espiritualismo e, embora os fatos espíritas sempre tenham existido, eram interpretados das mais diversas maneiras, muitas delas sob o prisma do misticismo, da superstição e do sobrenatural. Para obter a resposta mais completa à pergunta acima formulada, é necessário que se recorra ao O Livro dos Espíritos, que é o próprio delineamento, núcleo central e, ao mesmo tempo, arcabouço geral da Doutrina Espírita. Examinando este livro, em relação às demais obras de Kardec que completam a Codificação, veremos que todas elas partem das bases de O Livro dos Espíritos. As ligações de conteúdo entre esses livros, quais sejam, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Livro dos Médiuns, A Gênese, O Céu e o Inferno, deixam perceber que a Codificação se apresenta como um todo homogêneo e conseqüente. Após 142 anos de sua publicação, O Livro dos Espíritos continua sendo tão sólido e atual como nos primeiros dias, sem ter sido abalado pelo progresso tecnológico das ciências materiais do mundo porque,

como diz Kardec, "o Espiritismo é uma doutrina progressista e aberta. Além disso,apresenta-se sobre um tripé que lhe dá solidez e credibilidade - Ciência,
Filosofia e Religião - todos os ângulos da vida humana que se pode vislumbrar
para a sua evolução."

É Ciência, porque trata-se de um conjunto organizado de conhecimentos relativos a certas categorias de fatos ou fenômenos analisados empíricamente, catalogados e relatados por seus pesquisadores, representado pelo O Livro dos Médiuns.

Diz Kardec, "a fé sólida é aquela que pode encarar a razão, face a
face."

É Filosofia, quando, inserido no contexto filosófico tradicional, embora de cunho evolucionista e metafísico, pontua a necessidade do homem ir em busca de seu auto-burilamento, estimulando-o à averiguação de respostas às questões magnas da Humanidade: sua natureza, sua origem e destinação, seu papel perante a Vida e o Universo.

Diz Kardec, "nascer, viver, morrer e renascer de novo, progredindo sempre,
tal é a lei."

É Religião, porque tem o dom de unir os povos em um ideal de fraternidade, preconizado por Jesus de Nazaré, permitido, dessa forma, que o homem se encontre com o próprio Criador.

Diz Kardec, "fora da caridade não há salvação."

O Brasil e o Espiritismo

"Em meados da década de 1860, Salvador conheceu uma explosão espírita de que não há paralelo no Brasil. As obras de Kardec, lidas em francês, eram discutidas apaixonadamente nas classes mais cultas." É assim que Ubiratan Machado coloca em seu livro Os Intelectuais e o Espiritismo, como chegou ao nosso país a Doutrina Espírita, que, por longo tempo continua sendo apenas estudada pela Corte, como privilégio dos que conheciam o idioma francês. Mas foi em 1865, que realmente oficializou-se o Espiritismo, com a fundação do 1º Centro Espírita de conhecimento público do país, sob a direção do Dr. Luiz Olímpio Teles de Menezes, na cidade de Salvador, O Grupo Familiar do Espiritismo. No ano seguinte, Dr. Menezes publicou sua tradução da Filosofia Espiritualista, uma seleção de trechos de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec. Ao mesmo tempo, em São Paulo, a Tipografia Literária editava outro livro do Codificador. "O Espiritismo reduzido à sua mais simples expressão", sem indicação de tradutor.A primeira conseqüência do trabalho de Luís Olímpio era muito clara; o público que não conhecia o francês começou a ler com bastante interesse a filosofia espírita. A segunda conseqüência foi a reação do clero, que começou a falar nos púlpitos sobre os malefícios da nova doutrina e em seguida lançou uma Carta Pastoral, datada de 16 de junho, mas só divulgada a 25 de julho de 1867. Essa Carta em forma de opúsculo, acusava violentamente o Espiritismo com inverdades, ocasionando uma série de debates entre Luiz Olímpio e o padre Juliano José de Miranda.E evidentemente o ponto mais ardoroso era a reencarnação. Encerrou-se, finalmente, depois de longo tempo quando o padre sabendo que Luiz Olímpio era católico de nascimento, resolveu a questão dizendo que "Espiritismo e Catolicismo são a mesma Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo". No ano de 1875, a Livraria Garnier lançava a sua primeira tradução de uma obra de Allan Kardec para o Brasil, O Livro dos Espíritos, pelo médico fluminense Joaquim Carlos Travassos; que foi também o tradutor de O Céu e o Inferno e O Livro dos Médiuns. Esses são apenas alguns dados extraídos da belíssima obra Os Intelectuais e o Espiritismo onde podemos encontrar o início do movimento Espírita Brasileiro e a necessidade imperiosa dele florescer no Brasil. Os Espíritos Bezerra de Menezes e Humberto de Campos e tantos outros, tem nos trazidos mensagens sobre a necessidade de divulgação do Espiritismo no solo pátrio e inclusive em outros países.

A mensagem espírita representa a presença de Jesus entre nós, quando afirmou que enviaria o Consolador

"para que fique eternamente convosco, o Espírito da Verdade, a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Mas, vós o conhecereis, porque ele ficará convosco e estará em vós. Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito." (João, XIV: 15 a 17; 26).

(Fontes: FEB, Federação Espírita Brasileira, http://www.sentidovirtual.com.br/acaminhodaluz/doutrina.asp)

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